Nossa Missão é:

          Promover o desenvolvimento dos associados através da gestão profissional do Agronegócio, visando contribuir de forma significativa com o crescimento sócio-econômico de sua região e com a melhoria da qualidade de vida de seus clientes.

Políticas de Qualidade - Princípios de nossa atuação:

          - Promover o desenvolvimento da sua equipe de trabalho
          - Valorizar o Sistema Cooperativista
          - Promover o fortalecimento do negócio dos associados
          - Compromisso com a integridade, a transparência e a honestidade
          - Contribuir com o desenvolvimento da região
          - Melhorar a qualidade de vida de seus associados e funcionários

O que é Cooperativismo?

          O Cooperativismo é um movimento internacional que objetiva a libertação do homem do seu individualismo através da cooperação entre as pessoas. Em sua essência, portanto, o Cooperativismo busca a constituição de uma sociedade justa, livre e fraterna, através da organização social e econômica da comunidade em bases democráticas, para atender suas necessidades reais, remunerando adequadamente o trabalho de cada um dos seus cooperantes.

No Mundo

          O cooperativismo teve seu início no bairro de Rochdale, em Manchester, Inglaterra, quando 27 tecelões e uma tecelã criaram a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale, em 21 de dezembro de 1844, que mais tarde seria chamada de cooperativa. Cansados de serem vítimas do mercado capitalista, que os submetia a preços abusivos, a altas jornadas de trabalho, de até 16 horas diárias, e ao desemprego galopante, os tecelões de Manchester resolveram se unir para buscar uma alternativa que os permitisse atuar no mercado. No princípio, a iniciativa foi motivo de deboche entre os comerciantes locais, porém, logo no primeiro ano de funcionamento o capital da empresa aumentou para 180 libras e dez anos mais tarde o "Armazém Rochdale" já contava com 1.400 associados. As normas de organizações e de funcionamento defendidas pelos artesões que criaram essa cooperativa a partir das idéias dos precursores, passaram a constituir não somente o modelo cooperativista adotado em todo o mundo, como também a própria base de filosofia do cooperativismo.

          Os planos desses pioneiros foram muito ambiciosos, pois pretendiam a reformulação dos sistemas econômicos e sociais da época. Os estatutos da sociedade dos pioneiros de Rochdale, com seus princípios, normas e estrutura organizacional, passaram a ser os fundamentos doutrinários do cooperativismo. Desde então, as cooperativas existem em vários setores e são reconhecidas pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), através da resolução nº 193, como um setor estratégico pelo papel econômico, social e ambiental que desenvolvem, além da contribuição que elas representam para a consolidação da democracia e da paz. A OIT foi criada em 1919 com o objetivo de promover e harmonizar direitos do trabalho através do estabelecimento e aplicação de normas de internacionais de trabalho. A OIT recomenda aos governos dos países membros o apoio, incentivo e fomento ao cooperativismo.

No Brasil

          O movimento cooperativista teve seu início no Brasil em 1847, quando o médico francês Jean Maurice Faivre, adepto das idéias reformadoras de Charles Fourier, fundou, com um grupo de europeus, nos sertões do Paraná, a colônia Tereza Cristina, organizada em bases cooperativas. Nas primeiras três décadas do século XX, quando imigrantes tiveram que desenvolver suas próprias soluções, as cooperativas fizeram a diferença, ainda que em períodos de guerra, quando os governos temiam ser as cooperativas organizações a serviço de espionagens indesejáveis. Vencido o período, floresceram cooperativas vitivinícolas dividindo espaço com as cooperativas madeireiras já consolidadas em quase todo o Estado colonizado. No país, o cooperativismo passou por ciclos distintos, ora apoiado pelo setor público, ora combatido, ora controlado. Mas mesmo assim, foi o mais importante instrumento para o desenvolvimento rural que os governos puderam contar para organizar o produtor rural e sua produção, o crédito e a renda, transferir tecnologia, processar industrialmente o produto e coloca-lo no mercado.
          Hoje, observa-se uma extraordinária diversidade de cooperativas que desenharam um cenário comunitário, como resposta aos desafios das pessoas frente às incertezas da constante evolução tecnológica, mercadológica, ambiental e comercial. No Brasil, segundo dados da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), existem 7.549 cooperativas que reúnem 5.258.664 cooperados, dando emprego para 171.395 pessoas. O ramo agropecuário é a parte do cooperativismo que mais tem aberto vagas de emprego, foram 105.597 postos de trabalho ocupados no ano de 2002. A Região Sudeste conta com o maior número de cooperativas do país, são 3.155 empresas cooperativas. Já a Região Sul tem o maior índice de empregados trabalhando em cooperativas, são 73.224 funcionários.

No Rio Grande do Sul

          A fundação das reduções jesuíticas, em 1610, talvez tenha sido o início do estado cooperativo em bases integrais no Rio Grande do Sul. Por mais de 150 anos esse modelo deu exemplo de sociedade solidária, fundamentada no trabalho coletivo, onde o bem estar do indivíduo e da família se sobrepunha ao interesse econômico da produção. Em 1892, Vicente Monteggia cria, na região de Veranópolis e Antônio Prado, a "Società Cooperativa delle Convenzioni Agricoli Industriali", formada por produtores rurais.
          Alguns anos depois, em 1902, o padre suíço Theodor Amstadt, junto com lideranças rurais funda, em Nova Petrópolis, a primeira Caixa Rural Cooperativa do Brasil e da América Latina, fazendo do Rio Grande do Sul um dos precursores do cooperativismo brasileiro. No dia 29 de janeiro de 2003, através do Decreto 42.125, foi estruturado o Gabinete de Reforma Agrária e Cooperativismo, que criou a Departamento de Cooperativismo. A criação de um departamento específico, que cuide das questões cooperativistas, tem como objetivo tornar o poder público presente no setor, estimulando e apoiando o cooperativismo para que esse possa ajudar a superar as lacunas sociais, econômicas e tecnológicas que separam ricos e pobres. No Estado existem várias federações e centrais de cooperativas, entre as quais podemos citar a Fecoagro,a Fecovinho, a Fecolã e a Fecocarne, no ramo da agropecuária, a Sicredi e a Unicredi , no ramo de crédito, e Unimed, no ramo da saúde.

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